quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Parabéns SPFC!

Hoje é um dia muito especial para milhares de torcedores do São Paulo Futebol Clube, espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Sim pelo mundo, porque somos um clube internacional.

Hoje é o dia do torcedor esquecer o ano ruim que tivemos, tirar o manto do armário e sair pelas ruas com ele, feliz por torcer pelo melhor time!

Hoje é o dia que nosso time comemora 75 anos. Somos sim um clube jovem, mas também um dos mais vitoriosos desse país. É dia de mostrar nas ruas das cidades brasileiras o amor e a felicidade que temos por torcer pelo nosso Tricolor.É dia de ver nossos rivais morrerem de inveja, porque nenhum deles tem o que temos.

Em todos esses anos, nosso clube tem uma história linda para contar. História que contaremos aos nossos filhos e netos.

E tenho certeza que cada tricolor tem uma história de torcedor diferente para contar aquela que marcou.

E que cada um não importando como começou a torcer pelo São Paulo, é grato a essa pessoa que incentivou.

Porque é um presente torcer para esse time!

Por isso, hoje obrigada São Paulo Futebol Clube, por fazer parte da minha vida e da minha história. E obrigada a minha prima que um dia falou: São Paulo, e me fez ser torcedora!

Hoje não vou reclamar, nem cornetar, só quero comemorar mais um ano do meu Tricolor!

Parabéns SPFC. Eu te amo! ♥

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Retrospectiva SPFC - Um ano para ser esquecido...

Acho que a maioria dos torcedores concorda: o ano de 2010 do São Paulo, é daqueles pra ser esquecido! Em duas competições ficamos no quase...

No Campeonato paulista perdemos nas semifinais para o Santos. Como sempre o Paulistão não foi encarado da forma que devia. Tido como experiência, ou campeonato pequeno, que o queremos é a Libertadores e tudo mais. Sim, se eu tivesse que escolher entre um e outro, 100 bilhões de vezes a Libertadores. Mas, se puder ter os dois melhor ainda não é?
O Paulista seria sim um título importante. Primeiro, porque faz tempo que não ganhamos, e segundo que é uma oportunidade de ganhar dos rivais e esfregar isso na cara deles. Só que pelo contrário eles é que vem fazendo isso com a gente!

Cheguemos então a Libertadores, o Tricolor começou a fase do mata-mata, passando pelas oitavas de final, graças ao talento de Rogério Ceni, que em um dia iluminado defendeu penaltis. Nas quartas de final, tivemos as duas melhores atuações do ano do nosso time, ao meu ver. Jogamos muito bem contra o Cruzeiro no Mineirão, e no Morumbi não foi diferente.
A esperança foi se renovando, até que teve a parada para a Copa do Mundo, e aquele medo: será que esse tempo sem jogo, vai atrapalhar o time?
Bom não sei se foi a parada, mas na volta o São Paulo não continuou com o bom futebol. O time do então técnico Ricardo Gomes tinha uma semi final de Libertadores contra o Internacional, e ia mal no campeonato brasileiro.
Até que chega o tão esperado e temido jogo no Beira-Rio. Olha que o resultado saiu até barato, visto que o time do Morumbi só deu seu primeiro chute a gol no final do 1º tempo. 1 a 0 pra eles.
No jogo em São Paulo, ficou aquele de goste de quase.
Quase porque ganhamos, mas não foi suficiente. Precisavamos de 3 a 1, e ficou no 2 a 1.

Aí parecia que o ano já tinha acabado. Ricardo Gomes como era previsto foi demitido. Foco no brasileirão então, vamos em busca da Libertadors, certo? Nem tanto, o time no comando do interino Sérgio Baresi não engrenava. Um jogo bom, outro nem tanto, outro péssimo. Até paquerava com a parte de cima, mas o namoro não engrenava...
A passada de Baresi no comando do Tricolor até que não foi de todo ruim, valeu por ter subido da base bons jogadores como Lucas e Casemiro, que prometem no futuro do Tricolor.

Até que chegou Carpegiani, um técnico experiente que deu uma cara de time ao São Paulo, talvez fosse tarde, então ficamos só no meio da tabela.

Eis que se aproxima a última rodada, e depois de 4 anos disputando o título, e tenho ganhado 3 deles, o que nos resta é esperar que nosso rivalzinho não ganhe o título, e torcer para que 2011 seja diferente.
Não é nenhuma vergonha disputar Copa do Brasil, que o time lute por esse título inédito, assim como pela Sulamericana.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mais uma Copa do Mundo chega ao fim. Em todas elas além de lindas jogadas, gols marcantes e uma nação em êxtase por sair vencedora da competição, há outro fato em comum, e esse não tão bom assim...

Os erros de arbitragem... É impossível exigir do trio de arbitragem que acertem cem por cento das jogadas, visto que são seres humanos e como todos nós sujeitos a erros. Mas de uns tempos para cá, quando um erro é cometido por eles o mundo todo fica sabendo graças à tecnologia. Essa por sua vez, está à disposição de todos menos do único que pode validar ou não uma jogada.

A implantação de tais recursos tecnológicos, já foi algumas vezes discutida pela entidade máxima do futebol, a FIFA, mas nunca foi aceita. O fato é que tais recursos seriam uma forma de auxiliar o juiz nos lances mais difíceis, principalmente aqueles ocorridos numa Copa do Mundo que é o maior evento esportivo do planeta, e não para substituí-lo.

Além do fato que eles ajudariam a evitar injustiças cometidas como vimos nessa copa. No caso da Copa de 2010 podemos citar dois exemplos: Oitavas de final Alemanha x Inglaterra. A Inglaterra teve um gol anulado, em que a bola visivelmente entrou. Torcedores de todo o mundo viram que o gol foi legal, mas não foi contabilizado. O mais recente: semifinal Uruguai x Holanda, no segundo gol da Holanda Van Persie estava impedido e apesar de não participar ativamente da jogada, atrapalhou a visão do goleiro uruguaio. Resultado: gol irregular contabilizado.

Não se pode afirmar com certeza que esses erros foram cruciais para os resultados de tais partidas, ou que a correção deles mudaria a história do jogo. Mas se o arbitro tivesse ao menos um auxílio, para ver o que o planeta todo viu, injustiças seriam evitadas dentro do campo.

Fica registrada a minha esperança de que os árbitros possam futuramente ter uma ajuda, até para que não sejam tão cobrados e que nada atrapalhe o espetáculo da bola, principalmente numa Copa do Mundo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Copa versus patriotismo

Época de Copa do Mundo é aquela coisa que todo mundo já conhece, o patriotismo floresce no coração do brasileiro. As ruas se pintam de verde e amarelo, pessoas saem nas ruas vestindo as cores do país. Aí o Brasil é eliminado e tudo volta ao normal...

Bom seria se o sentimento que envolve um mês de campeonato fosse eterno. Se todos tivessem orgulho mesmo de ser brasileiros, que todos lutassemos pelo Brasil do mesmo jeito que torcemos e esperamos que os onze jogadores ali em campo honrem o país. Se cobrássemos do Presidente e outros governantes, da mesma forma que cobramos do treinador.

Afinal, ser brasileiro não é apenas torcer pelo futebol. Claro que o futebol é o esporte do país e razão de muito orgulho para todos. Mas não é a única coisa boa que a nação tem para mostrar ao mundo.

Nós brasileiros temos que parar com o sentimento de inferioridade, que todos os outros países são superiores a nós, sendo a Copa o único momento em que podemos superá-los.

Nosso país tem sim inúmeros problemas políticos e sociais, mas também tem muitas coisas boas, como qualquer outro país. Não podemos sentir vergonha do Brasil, mas sim temos que tentar mudar o que há de errado por aqui!
Para que assim a Copa seja mais um motivo de alegria para o nosso povo e não o único!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mais um trabalho da faculdade de PLPT, esse feito junto com o Fábio...

A raiz dos mais graves problemas sociais brasileiros está diretamente ligada às questões políticas. Não somente ao que corresponde às árduas decisões diárias tomadas por nossos parlamentares. Mas pela falta de sincronismo nas necessidades da população e dos políticos. A partir dessas afirmações surge uma questão: é possível resolver problemas das quais não se sente necessidade?

Necessidades básicas da população, como a saúde, são oferecidas de forma precária. Um brasileiro que precisa da saúde pública tem que esperar horas na fila do SUS, e para ter uma consulta tem que agendar com meses de antecedência. Já quem não vive essa realidade, e pode usufruir de um bom plano de saúde , certamente não se preocupará com essa realidade. Ou a pessoa que tem condições suficientes de matricular seus filhos na escola particular não dá atenção aos problemas enfrentados pelos filhos de seus empregados, que recebem um ensino de baixa qualidade na escola pública. Muito menos irão importar se o salário mínimo é suficiente ou não para suprir as despesas ao mês do trabalhador comum, visto que seu alto salário é suficiente para suprir suas necessidades.

Quem não sente as necessidades alheias não consegue tomar decisões corretas capazes de supri-las. Uma vez que a real preocupação é outra, extremamente diferente. Portanto uma real possibilidade, embora impossível, seria forçar nossos políticos a sentirem as mesmas necessidades que as nossas. Começaria na redução salarial e cortes de benefícios, as quais são mantidas com o suado dinheiro do povo. E seria seguido da obrigação na utilização dos serviços públicos (saúde, educação e etc.), dos quais são gerenciados por eles. Essas ações talvez não resolvessem todos os problemas sociais que existem no país, mas pelo menos ajudaria a deixar as coisas mais justas.
Trabalho apresentado em forma de carta, no curso de Jornalismo, disciplina de PLPT junto com o Fábio e o Marcos...

Barra do Garças. 9 de Junho de 2010


Caros colegas,


Através desta carta queremos mostrar um pouco das impressões que tivemos sobre a faculdade, e sobre o curso. Explanar as dificuldades e vantagens de estudarmos em uma universidade pública, em que os professores não se cansam de lembrar: laica, sem custos, de qualidade. Como todos sabem a educação pública, nunca foi prioridade no Brasil. Em alguns níveis a particular é um pouco melhor, porém acessível à minoria. Isso em todas as instâncias: ensino fundamental, médio e superior. Por conta dessa defasagem na educação, os que aspiram uma vaga na universidade pública ainda têm que utilizar os cursinhos como meio para chegar ao nível superior. Já, para a maioria das instituições particulares, não é necessário, visto que geralmente sua seleção não é feita com tanto rigor.

Até pouco tempo, estudar em faculdade pública era um privilégio para poucos, porém gradualmente, está se tornando acessível à maioria. Acreditamos que a maior vantagem de estudarmos aqui é a gratuidade. Só de não ter que pagar em média 700 reais de mensalidade, já ajuda muito. Por outro lado, o ensino não chega a ser tão superior em relação às particulares, muito pelo contrário, algumas chegam a ser melhores que algumas públicas.

Tiramos como base esse primeiro período para avaliação de qualidade em alguns momentos. Dizemos que não foram todos, mas tivemos momentos ociosos e improdutivos. Aulas em que o conteúdo, pouco tinha relação com o supostamente programado. Propostas de exercícios, inacreditáveis. Dizendo na norma culta da língua portuguesa: uma verdadeira “prosopopéia para acalantar bovino” ou o popular “conversa pra boi dormir”. Esse tipo de atitude pode ser considerado como descaso e desrespeito aos discentes, já que muitos vieram de longe. Paramos por aqui as lamentações, mas muitas outras histórias deixaram de ser contadas, incluindo das comunicações.

Estruturalmente, em vários momentos, as principais bases de apoio para o aprendizado dos alunos, biblioteca e acesso à internet, deixaram a desejar pela falta de funcionários. Estamos supondo que essas e outras falhas vêm de uma crescente criação de novos cursos. Um exemplo é o nosso, somos uma das primeiras turmas, e nos consideram cobaias.

Até que essa história de ser cobaia não é de todo ruim, e soa de modo interessante, se olharmos pelo lado positivo. Aumenta a nossa possibilidade de participação e opinião e podemos ter uma influência maior que as turmas que estão por vir, nas decisões pertinentes ao nosso curso.

Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas, é bom pensarmos que fizemos a escolha certa ao ingressar nessa universidade, e independente da forma que cada um garantiu sua vaga, todos merecem estar aqui. Não importa se foi na primeira etapa do SiSU ou na vigésima chamada da lista de espera. No fim das contas o que vai fazer a diferença é o interesse e a aplicação com que cada um desenvolveu seu aprendizado ao longo do curso.