terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vergonha na Copinha...

Não esse post não vai falar da derrota do time do São Paulo na Copinha, que apesar da eliminação, a meu ver foi bem, tentou o gol até o fim, pena que não podemos ganhar sempre. Mas vai falar de um fato vergonhoso, que vemos se repetir ano após ano, campeonato após campeonato no futebol brasileiro.


No jogo de hoje, do São Paulo contra o Flamengo, houve momentos em que a TV deixou de mostrar lances da partida, para mostrar cenas lamentáveis. Havia uma parte da torcida do Flamengo brigando entre si. Agora a pergunta é: o que faz uma pessoa sair do conforto da sua casa, ir ao estádio em que seu time está jogando, e em vez de aplaudir, torcer e até cornetar (sim, isso também é torcer!), começar a brigar com outros torcedores do próprio time?


O motivo da confusão não foi totalmente explicado, mas o que me chocou, foi uma cena em que pessoas atiravam cones, um objeto parecido com um mini escada, entre outras coisas. Ainda informaram que um torcedor se machucou ao tentar fugir da confusão.


É muito triste ver tudo isso ocorrendo no futebol. Ir a um jogo era para ser na teoria, uma diversão, um momento descontraído, de lazer. Não um show de horrores, onde por motivos banais, as pessoas agem como animais.


Não dá para ver esses “torcedores” como torcedores de verdade. Torcedor mesmo vai ao estádio para ver seu time jogar, para relaxar. Importa-se com o que ocorre dentro do campo, e não para que time o outro torce, ou a qual torcida alguém é afiliado.


É triste pensar que talvez eu nunca possa levar meus filhos ao estádio, ou nunca possa ir, assistir um grande clássico do meu time. Pelo menos, não sem sentir medo, e sem esconder a camisa caso encontre com algum desiquilibrado que se diga torcedor, e esteja doido para brigar.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Não se fazem mais mocinhos como antigamente...

Época de férias, eu aqui em casa, assistindo minhas séries, meus filmes, e como boa brasileira não poderia deixar de assistir as minhas novelas. Pois então, assistindo a uma das melhoras novelas de 2010, na minha humilde opinião, Tititi, eis que resolvo relembrar um pouco das aulas sobre análise do discurso na faculdade, de uma forma bem tosca obviamente (afinal estou de férias!), e vou analisar os mocinhos da tal novela.

Como não poderia deixar de ser, temos um triângulo amoroso, com uma mocinha sofredora (Marcela), e os dois rapagões (Edgar e Renato), lutando por seu amor. Bom não vou contar aqui a história da novela, para não fugir da idéia original desse post. Geralmente nos folhetins, os mocinhos são virtuosos, mas nessa novela vejo que não.

Por isso afirmo que não se fazem mais mocinhos como antigamente. O primeiro abandona a pobre coitada grávida, e quando volta vê-la, a obriga a se casar com ele. O outro que fazia de tudo por ela, começa a ter crises de ciúmes e imaturidade e volta a ser o típico playboyzinho riquinho e pegador.

Aí você pode me dizer que é assim na vida real, que ninguém é perfeito e tudo mais. Mas os dois tinham que ser meio babacas? Poxa, é ficção, é novela, será que não dava, para deixar os mocinhos mais mocinhos mesmo?